A Sociedade de Desenvolvimento do Porto de Maputo (MPDC), gestora do Porto de Maputo, registou àquilo que considera de “recorde histórico” em termos de volume, ao movimentar um total de 32 milhões de toneladas no seu desempenho operacional referente a 2025.
A carga manuseada representa um representa um aumento de 3,4% em relação ao ano anterior, um desempenho, que segundo o MPDC “reforça a posição do Porto como um importante centro logístico regional e reflecte a resiliência e eficiência do sistema integrado do porto e corredor de transporte”.
As operações directas da MPDC também atingiram um nível recorde, com 15,2 milhões de toneladas movimentadas, o que corresponde a um crescimento de 6,4% em relação ao ano anterior. A nota do MPDC assinala que este resultado reflecte o impacto dos investimentos sustentados em infraestruturas, sistemas e capital humano, bem como as melhorias contínuas na eficiência operacional.
Os volumes ferroviários, um pilar central da estratégia de sustentabilidade do Porto de Maputo, aumentaram 17%, passando de 9.7 milhões de toneladas em 2024 para 11.7 milhões de toneladas em 2025.
A MPDC salienta igualmente que reforçou ainda mais a sua contribuição para o Estado moçambicano através das taxas de concessão, que ascenderam a 48,9 milhões de dólares, em comparação com 46,8 milhões de dólares do idêntico período do ano anterior, excluindo os benefícios adicionais para o Governo em impostos e dividendos para a sua empresa, os CFM (Caminhos de Ferro de Moçambique). Este aumento reflecte tanto o crescimento dos níveis de actividade como o compromisso contínuo da MPDC em gerar valor económico para o país.
“Estes resultados reflectem o esforço colectivo das nossas equipas e parceiros em toda a cadeia logística. Alcançar volumes recorde, continuando a investir em capacidade, eficiência e impacto social, demonstra a maturidade e resiliência do Porto de Maputo. O nosso foco continua a ser a construção de um corredor competitivo, integrado e sustentável que apoie o desenvolvimento económico a longo prazo de Moçambique”, destacou Osório Lucas, Director Executivo da MPDC, citado no comunicado.